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Estudo busca inspirar novos projetos e iniciativas com foco no protagonismo das mulheres

Foram estudados 23 projetos localizados na Amazônia Legal, nos estados do Tocantins, Maranhão e Mato Grosso. Eles retratam, por exemplo, experiências de beneficiamento de produtos da sociobiodiversidade, como o babaçu, pequi e mangaba, que permitem maior autonomia para mulheres na produção, gerando renda e mais independência em suas vidas cotidianas e familiares.

Baru Observatório

01 de abril de 2024

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A assessora técnica do ISPN (Instituto Sociedade, População e Natureza), Juliana Napolitano, destaca a importância dos projetos como ferramentas para desafiar as desigualdades de gênero, especialmente no contexto dos projetos socioambientais desenvolvidos por mulheres. A publicação "Semeando futuros e colhendo aprendizados" é a primeira do instituto com recorte de gênero e aprofunda o entendimento sobre os projetos PPP-ECOS apoiados com recursos do Fundo Amazônia e seus impactos nas vidas das mulheres e de suas comunidades.

O estudo, que contou com a colaboração de Isabella Ferreira e a autoria de Ariane Favareto, além da revisão de outras mulheres da equipe técnica do Instituto, como a jornalista indígena Andreza Baré, busca inspirar outros projetos e iniciativas que valorizem o protagonismo feminino no desenvolvimento de iniciativas econômicas sustentáveis. Foram estudados 23 projetos na Amazônia Legal, que retratam experiências como o beneficiamento de produtos da sociobiodiversidade, que proporcionam maior autonomia e independência financeira para as mulheres envolvidas.

O ISPN realizou uma oficina em maio de 2023, reunindo os projetos de mulheres apoiados pelo Fundo PPP-ECOS, com debates, trocas de experiências e aprendizados para a construção do estudo. Para Juliana Napolitano, essa iniciativa foi um marco, apontou caminhos para aumentar e melhorar os financiamentos a projetos de mulheres. Os empreendimentos geram resultados que vão além do esperado, contribuem para a autonomia e protagonismo feminino.

 
 
 
 

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